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Dezembro de 1948 representou um avanço significativo para os Direitos Humanos em âmbito internacional: pela primeira vez em sua recente história, a Organização das Nações Unidas adotou um tratado que versava sobre o tópico Direitos Humanos. Este tratado foi a “Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio”, que definiu o crime em si e atentava para a necessidade da prevenção do crime enquanto responsabilidade da organização e dos países signatários. Contudo, o genocídio foi um tema pouco estudado nas Relações Internacionais, limitando possibilidade de entendimento ou de discussão efetiva para a prevenção do crime. Pretende-se, nas páginas seguintes, investigar quais os motivos que levam a disciplina a negligenciar o problema, inegavelmente relevante para o cenário internacional. Para tanto, será utilizada a discussão proposta por Steve Smith (2004) sobre os limites da disciplina e de suas teorias tradicionais, os quais colocam um peso excessivo no Estado enquanto unidade de análise, favorecendo suas prerrogativas, em detrimento de abordagens mais complexas e plurais, que compreendem formas variadas de violência, inclusive aquelas perpetradas pelo Estado, tal qual o genocídio. Tentarar-se propor abordagem teórica o qual consiga trazer o estudo do crime de genocídio para a disciplina, por meio da Teoria de Securitização, teoria elaborada pela Escola de Copenhague, compreendendo o discurso genocida como um discurso secutirizador.

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Juliana Albers Mendes Loureiro (Brazil) 13654
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