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As modificações institucionais estatais brasileiras sempre serviram como instrumento de manutenção da estrutura social nacional que por sua vez é dependente do capital internacional, portanto, delega ao Estado o protagonismo do salto do desenvolvimento para à modernidade capitalista? Essa condição decorre de uma determinada dinâmica e das características estruturais da economia, da sociedade e do Estado brasileiro. Nessa lógica, os países de desenvolvimento tardio criam instituições financeiras públicas com o objetivo de dar sustentação ao investimento privado em longo prazo. No caso brasileiro nasce o BNDE um banco nacional de desenvolvimento, essa perspectiva intervencionista vai dar a estatal condições de agente fomentador da economia. Por isso mesmo o projeto desenvolvimentista concentra-se em três perspectivas. A expansão do mercado interno, políticas de distribuição de renda como ferramenta para inclusão e obras de infraestrutura na qual frações da burguesia irão se beneficiar. Logo, o projeto lança mão da abertura do mercado internacional graças a uma política externa promovida por meio do Estado, em outras palavras, abertura e aumento do crédito desempenhado pelo BNDES que procura expandir internacionalmente bancos, empresas e construtoras de capital nacional. Entre as empresas de capital nacional beneficiadas por tal política estão empresas de setores considerados estratégicos para o comércio exterior como as grandes empreiteiras, o agroindustrial e as empresas de extração de minérios. Foi a partir de 2004 com a posse de Guido Mantega no BNDES que as orientações para que a estatal se firmasse como um banco de fomento se tornaram mais claras. Sobretudo, na Integração da América do Sul. A relação Sul-sul havida dado ao BNDES o protagonismo de agente da política externa brasileira.

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Marcelo Maurício de Morais (Brazil)
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Brazil) 2515
Marcelo Maurício de Morais é Sociólogo (MTE: 1985/SP) Doutor em Ciências Sociais (PUCSP); Mestre em Ciências Sociais (PUC-SP), Pós-graduado (especialização) em História, Sociedade e Cultura pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e, graduação em Ciências Sociais pelo Centro Universitário Assunção (2009). Atuação na coordenação Pedagógica do Ensino Superior na área de Serviço Social, com mais de 10 anos de experiência na área educacional como professor do Ensino Superior, Médio, profissionalizante e Curso PréVestibular nas disciplinas de Política Social I, Introdução à Sociologia, Sociologia Contemporânea e Economia Política, Sociologia das Organizações, Ética e responsabilidade Social e Filosofia nos Cursos de Serviço Social, Direito e Administração. Docente em Sociologia, Geografia Humana, Filosofia e Coordenador em Cursinho Popular Pré-Universitário. No Ensino Médio atua como Professor de Sociologia e História. Professor responsável pelas pastas de Antropologia Jurídica, Ciência Política e Sociologia Geral e Jurídica no curso de Direito do Grupo Educacional Uniesp, Unidade Centro Velho São Paulo de 2011 a 2014. Secretário Estadual de Formação Política e Social do Partido Trabalhista Nacional. Professor dos Cursos de Gestor de Projeto Social e Educador Social no SENAC-SP. Atualmente é responsável pedagógico pelo EaD CEFATEF - Centro de Formação e Estudos Terapêuticos da Familia contato: marcellomauricio0@gmail.com/marcelo@cefatef.com.br
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